Não deixais de cultivar a essência,
tão somente ela que nos ampara,
tu és poente inconsciente,
inconsequente a maneira do real,
figuras oh belo,
descatralizando o antigo sonho...
Das premissas tu es digno
Na ausência de todo modelo tu sobrepões
És avido, és robusto...
Circundas todo aquele que o procuras!
Deixais as premissas de lado
Acordarás...
Minutos de agonia...
Apenas dirás tão somente o eloquente despertar...
Serenos és tu real ?
Silêncio...
Passaras aos singelos minutos...
Buscarás ao consciente,
Confundiras tão somente,
se es sonho ou se es tu,
oh poente inconsciente!
03/05/2011
Carolina Colombini dos Santos
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Um comentário:
Carol, essa sua poesia é a minha preferida.
Sabe, as palavras sejam ela escritas ou verbalizadas são apenas um espelho. Não somos nós quem dizemos. São nossos interlocutores que se ouvem em nós!!!!
Raramente na vida vamos encontrar pessoas capazes de escutar!
Aliás, a palestra de boas vindas no curso de direito que comecei em 2009tinha por tema "A arte da escutatória".
Quero dizer, que sua poesia tem o dom de me inspirar! Devaneios é quase um salmo ou um trecho de eclesiastes, por força do estilo.
O rei salomão ou o filho dele, Davi iriam gostar de ler isso...
Boa noite, sem dispensar aquele ósculo nessa fronte inspirada e radiante!
Duram bem.
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